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Nenhuma tecnologia será boa o suficiente se não soubermos exatamente o que fazer com ela. Em outras palavras, as empresas investem em tecnologia cara e as utilizam muito pouco (em media menos do que 20% segundo estatísticas mundiais).
Existem muitas tecnologias coexistindo e novas surgindo, dia após dia, no ambiente digital. É preciso que, ao se determinar um projeto, tendo em vista os seus objetivos de posicionamento, comunicação e gestão, as tecnologias que contemplarão o desenvolvimento desse projeto sejam as mais adequadas no sentido de estabelecer:
- Flexibilidade e possibilidade de evolução considerando que projetos web são organismos vivos;
- Que as tecnologias empregadas sejam estáveis e coexistam com outras que venham a ser incorporadas ao projeto de imediato- ou em um futuro não muito distante-;
- Sob nenhum pretexto o uso de uma determinada tecnologia pode por em risco os aspectos de “usabilidade”, que representam a experiência de navegação dos usuários que desejamos atingir, impactar positivamente e que buscaremos conquistar ou fidelizar;
- Que experiências não devidamente “homologadas” ou testadas se utilizem do projeto como um “campo de testes”;
- Que as tecnologias incorporadas tenham a melhor relação custo X benefícios de tal forma que sejam utilizadas em sua plenitude maximizando o retorno;
- Que as tecnologias web, sempre que possível, sejam passíveis de coexistências com outras existentes na empresa;
- Que sejam privilegiados os aspectos de simplicidade; escalabilidade e usabilidade, para os clientes e para a gestão dos aspectos de publicação e manutenção do website ou Portal.
O fato de que todos os dias surge uma tecnologia inovadora e “sensacional” pode, freqüentemente, se constituir numa armadilha. O importante é que as tecnologias cumpram a sua missão de levar aos projetos web as ferramentas e recursos que possibilitem os mesmos de serem um canal interativo de relacionamento e negócios.
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